sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Vejo-te como uma mariposa

Vejo-te como uma mariposa,
Voando elegante pelos prados,
 Emprestando-lhes beleza,
Poisando nas suas flores,
Oferecendo sorrisos e felicidade.

A tua alegria, a tua felicidade,
É a felicidade de poderes voar,
Livre, sem amarras e obrigações.

A tua gaiola é o mundo,
A tua casa as flores onde gostas de poisar,
Os "portos" onde gostas de atracar.

Eu gostava de ser uma flor especial,
E não o espaço entre as flores onde vais poisar.
Um local onde te pudesses abrigar,
Aquecer, descansar, até voltares a elevar-te nos céus.

Mas senão for flor,
Então que seja vento,
Uma suave brisa que sopre nas tuas asas,
Que te ajude a percorrer o teu caminho nómada,
Por entre a tua constelação de amigos.

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